inglorious [ɪn’glɔ:rɪəs]
adjetivo

  • inglorioso
  • inglório
  • vergonhoso
  • obscuro

Podemos dizer que sou pelo menos um pouco cinéfilo. Procuro ir toda semana ao cinema e gosto tanto de comédia romântica até o mais cult, passando pelo terror trash.

No último final de semana deixei a noiva no trabalho e para não ficar mofando esperando por ela resolvi ir assistir a última investida de Tarantino: Inglorious Basterds.

Claro que você já ouviu falar do diretor, mas se quiser saber mais da história dele, let me google that for you.

Ele próprio disse que Bastardos Inglórios é sua obra prima. E após as mais de 2 horas no cinema, entendo a razão dele falar isso. É difícil desprezar seus filmes anteriores como Cães de Aluguel, Pulp Fiction ou Kill Bill, mas Bastardos com certeza é um filme que deveria ser visto por todos.

Mas isso não é um blog de cinema. Se está atrás de reviews vá no Omelete ou no Cinema com Rapadura.

Ainda está aqui? Ok, vamos ao tema do post.

Ao sentar na sala do cinema percebi a presença de meia dúzia de adolescentes e um deles gritou: “Quero só ver que filme é esse que você inventou da gente ver!!!”. Nesse exato momento eu sabia que não ficariam até o final do filme. Said and done. Antes da metade vi os 6 saindo da sala.

Após o filme fiquei pensando o que fez eles terem essa atitude. Provavelmente estavam esperando um filme de ação e encontraram mais diálogos do que gostariam. Apenas não sei se estavam com preguiça de pensar ou se realmente não estavam entendendo o que estava passando no telão. E é essa segunda opção que me preocupa. Seria problema na formação escolar? Falta de cultura vinda de casa? Ah sim, é claro, orkutização maldita.

Particularmente, eu já saí de uma sala de cinema no meio do filme. O filme? Capitão Sky e o Mundo de Amanhã. Eu não aguentava mais 1 segundo daquilo. Nem esperei a Angelina Jolie aparecer. Mas com certeza não foi por preguiça de pensar, como o caso dos 6 Mancebos Inglórios.

ABS.